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Todo trabalhador tem direito obrigatório à intrajornada ou intervalo para descanso ou alimentação, sem prejuízo salarial. Na nossa categoria, não é diferente. Entretanto, a maioria dos profissionais de segurança privada, que está submetida à jornada 12×36, acaba sendo prejudicada nesse sentido.

Na prática, muitos patrões não consideram esse intervalo de tempo no expediente e optam por não pagar o mesmo, interferindo no bolso do trabalhador. Em situações em que empresa não pode liberar o profissional, é obrigatório contabilizar o intervalo não desfrutado como hora extra, acrescentando, no mínimo, 50% sobre o valor total da remuneração correspondente à hora de trabalho.